Prefeitura diz que a VCG 'superfatura' tarifa e afana até Vale Alimentação dos funcionários

Prefeitura diz que a VCG 'superfatura' tarifa e afana até Vale Alimentação dos funcionários

Em resposta no processo, a prefeitura. o governo Elizabeth Schmidt, através de seu Procurador Municipal, literalmente, diz que a VCG anda roubando na tarifa e até no Vale Alimentação dos funcionários.


A pergunta que se faz agora é? Onde estavam Marcelo Rangel e sua administração que não viram isso antes? E onde estavam os vereadores que não investigaram isso a fundo?


A PÁGINA PG TRANSPARENTE DIZ:

#NA_JUSTIÇA
PREFEITURA CONTESTA PREJUÍZOS DA VCG E INDICA SUPERFATURAMENTO EM TARIFA

Manifestação da Procuradoria põe em xeque planilhas de custos aprovadas nos últimos anos

Em resposta à Vara da Fazenda Pública de Ponta Grossa, a Prefeitura contestou os supostos prejuízos da Viação Campos Gerais (VCG) e alegou que os valores da planilha estão acima dos custos reais do transporte. Segundo manifestação da Procuradoria Geral do Município (PGM), a tarifa do ônibus inclui despesas e investimentos não realizados pela concessionária.

Para justificar o argumento, a PGM trouxe informações da folha de pagamento de janeiro. De acordo com p órgão, o documento confirma que a VCG gastou R$ 2.045.051,70 com salários naquele mês. Porém, na planilha vigente, o valor projetado e pago pelos usuários é de R$ 3.341.247,17 - uma diferença de R$ 1,2 milhão. A Procuradoria também menciona diferenças de quase R$ 100 mil no Vale Alimentação.

As inconsistências foram identificadas a partir das ações da VCG protocoladas no ano passado, em busca de subsídios da Prefeitura. A PGM "contatou que os valores projetados, consoante planilhas técnicas de 2018 e 2019, à título de remuneração de pessoal, não correspondem com a realidade fática, com base em balancetes nos respectivos anos e, ainda, se constatou também divergências acerca dos valores pagos à título de auxílio alimentação". Segundo os procuradores municipais, os custos da planilha "deverão ser compatíveis com as despesas de fato, sob pena de enriquecimento ilícito, in casu, da Concessionária".

#Ônibus_velhos
Aditivos adiaram renovação da frota e permitiram economia de R$ 20 milhões


Além das inconsistências na tarifa, a Procuradoria da Prefeitura levou à Justiça informações sobre aditivos que VCG deixou de incluir na ação em que pede subsídios ao transporte coletivo. Duas alterações no contrato garantiram à VCG o adiamento de R$ 20,4 milhões em despesas entre 2019 e 2021.

Em 2019, o Governo Municipal ampliou a vida útil de 11 ônibus. Pelo contrato original, a concessionária deveria substituir os veículos assim que eles completasse 10 anos. Mas com o aditivo, segundo a PGM, a empresa economizou R$ 5,4 milhões naquele ano. Já no mês passado, a Prefeitura estendeu a vida útil de mais 34 ônibus e, mais uma vez, desobrigou a concessionária de renovar a frota de imediato. Pelos cálculos da PGM, o aditivo permite que a VCG economize R$ 15 milhões.

Apesar do adiamento nos investimentos milionários, a planilha de custos mantém valores relacionados à depreciação e remuneração da frota.

Diante da manifestação da Prefeitura, a Vara da Fazenda Pública abriu prazo de cinco dias para a VCG rebater os apontamentos. Na ação, a concessionária pede R$ 2,8 milhões pelos dias de suspensão do transporte, aumento da tarifa e redução da frota. A Viação alega desequilíbrio econômico, mas a Prefeitura diz que não houve qualquer comprovação de prejuízos por parte da empresa.


COMENTÁRIO NOSSO:

Prece que a gestão Elizabeth Schmidt tem a real intenção de fazer alguma coisa certa, e ao abrir essa informação agora, embora meio tarde, contribui para esclarecer muita, mas muita coisa, além disso, se afasta um pouco de Rangel e sua trupe, o que pode ser bom.

Uma dessas coisas a serem esclarecidas pela turba envolvida com a VCG é a total falta de transparência da VCG sobre os gastos,  sempre escondendo a planilha, sempre fazendo o que lhe dá na telha.

Outra coisa é a vista grossa da gestão Rangel e a gritante e escancarada imanência da câmara nas gestões anteriores e até mesmo atualmente. 

Muita gente grande tem muito a explicar não só sobre a VCG mas sobre coleta de lixo, certos acordos etc.

GAECO NELES!

CADEIA NESSA TRUPE!


OUTROS ROLOS

Como ficou claro na operação do GAECO sobre roubos no EstaR e na Prolar, antes, relativamente às CPI´s do transporte público e  quanto a contrato do lixo e aditvos, nada é fiscalizado nem pela prefeitura, nem pela câmara e quem ousa falar disso é perseguido dentro e fora da classe política.

Há uma espécie de acordão entre os que se acham donos da cidade para que tais mutretas nunca sejam investigadas de verdade e que as investigações mais ou menos séria nuna sejam levadas ao termo, até o fim.

Sempre ocorre um acordão, uma troca de favores, cargos e as investigações, bem como CPI´s acabam em pizza ou em nada. Nem pizza.

A CPI do transporte, lá atrás, deixa claro esse acordão 'verbal', pacto das elites da cidade e da classe política em geral.

Por experiência como blog investigativo nessas questões políticas e de combate a corrupção desde 2004, vos digo: se forem a fundo desde lá da CPI dos Busão e verificarem a fundo os contratos de lixo e aditivos em geral, pode ter muita gente grandona indo em cana.

RELEMBRE SOBRE A CPI DOS BUSÃO EM PG:

Prefeitura de Ponta Grossa não realiza fiscalização frente a empresa de transporte coletivo

A PREFEITURA COMPROU ATÉ 5 BUSÃO VELHO DA VCG, TAL É A RELAÇÃO DA ADM RANGEL, COM A DITA EMPRESA MALANDRA. Prefeitura compra cinco ônibus para transporte de passageiros

RELEMBRE SOBRE O LIXO:


Prefeita substituta dá mais R$ 759 mil reais à empresa de lixo em Ponta Grossa


REVEJA:

Prefeito de Prudentópolis é preso com R$ 20 mil de propina no meio da rua


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