Prefeita manobra pra dar R$ 2,6 milhões para a VCG e ainda conceder aumento de tarifa

Prefeita manobra pra dar R$ 2,6 milhões para a VCG e ainda conceder aumento de tarifa

Máfia do transporte.

É rabo preso que chama?

R$ 2,6 milhões por 18 dias de Lockdown? Aí tem mutreta e da pesada!

Segundo o porta voz da má notícia, o Presidente da AMTT, Cieslak, os R$ 2,6 milhões podem ser anunciados hoje 11/5, e o aumento da tarifa pode ser concedidos nos próximos meses. (Vide abaixo).


Após idas e vindas, muita enrolação e por clara, pública e notória pressão, a prefeita ventríloco do Ex-prefeito Rangel, articula, segundo o Presidente da AMTT, para repassar R$ 2,6 milhões de reais à VCG "pelos dias parados". (VIDE ABAIXO)

OUTRO DIA, A PRÓPRIA BETH DISSE QUE PODIA PAGAR MAS ERA ALGO DE R$ 300 E POUCOS MIL, E AGORA FALA EM R$ 2,6 MILHÕES POR 18 DIAS: Beth agora diz que 'dá pra repassar dinheiro pra VCG': 'se tiver acordo'

Tremendo absurdo que só comprova o rabo preso da prefeita, do Ex-prefeito que a influencia e de grande parte dos vereadores e dos políticos da Posição, do lado da Prefeitura de PG.

Ontem ainda, alguns vereadores disseram que esperam uma solução.

Alguns da oposição, como os vereadores do coletivo do PSOL, talvez, a única oposição de verdade em PG, sugerem intervenção da prefeitura na VCG.

Mas, o que é que a prefeita faz?

Vai lá e dá mais dinheiro do povo de PG, mesmo após ter dito em processo que a VCG, literalmente, rouba a municipalidade superfaturando tarifas e falseando planilhas incluindo até o Vale Alimentação dos funcionários. REVEJA: Prefeitura diz que a VCG 'superfatura' tarifa e afana até Vale Alimentação dos funcionários

 Claro, com uma ajudinha de alguns amigos do judiciário, logo dirão que "o acordo foi autorizado pela justiça".


Dinheiro do povo e aumento da tarifa para a VCG

DIZ O PORTAL AREDE

Informação é do presidente da AMTT de Ponta Grossa, Celso Cieslak

O entrave no transporte coletivo de Ponta Grossa é o assunto tratado pelo jornalista Eduardo Farias no blogdodoc.com nesta segunda-feira (10), em entrevista com o presidente da Autarquia Municipal de Trânsito e Transporte (AMTT), Celso Cieslak.

Na conversa, o presidente da AMTT expõe o quadro financeiro da concessionária, a Viação Campos Gerais (VCG), diante dos impactos da pandemia e também em decorrência dos reajustes da passagem autorizados desde 2018.

A VCG alega que teve prejuízo na casa dos R$ 50 milhões com reajustes menores do que a empresa afirma ser o correto e com a pandemia. 

Entretanto, segundo Cieslak, somente o valor correspondente aos 18 dias em que a empresa ficou impedida de operar, diante do decreto do lockdown para enfrentamento da covid-19, e que deve ser arcado pela Prefeitura. Esse valor deve ficar próximo dos R$ 2,6 milhões.

Para Cieslak, com a autorização do repasse de montante à empresa, deve ser viabilizado o pagamento dos salários dos funcionários, que estão em greve pela falta de quitação.

Nos próximos meses, com a flexibilização das restrições à circulação de pessoas no Município, Cieslak entende que a empresa conseguirá reequilibrar as suas contas e encerrar o entrave com os funcionários.

Uma audiência na Justiça do Trabalho está marcada para a próxima quarta-feira (12), na tentativa de conciliação entre a VCG e os funcionários. Assim, a expectativa é de que o Município anuncie o aporte dos R$ 2,6 milhões referentes aos dias de transporte parado diante do lockdown nesta terça-feira (11), para que a empresa use os recursos para pagar os empregados.

O presidente da AMTT fala ainda como estão as discussões sobre o pedido da empresa para o reajuste da passagem, que deve pautar as ações do Conselho Municipal do Transporte Coletivo nos próximo meses.


 


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